CNA disponibiliza no site informações sobre os dois temas A inscrição para o produtor rural no Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF) é obrigatória desde terça...
Ler maisDecisão beneficia filiados e empresas associadas à Federação A Fiesp e o Ciesp obtêm liminar que determina que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não aplique...
Ler maisMilho safrinha vem aumentando de proporção ano a ano, quando comparado à safra de milho verão O milho safrinha vem...
Ler maisEspera-se, também, aumento nas transações internacionais, o que deve ser uma boa alternativa para as exportações brasileiras Para a temporada...
Ler maisExiste muita especulação e poucos negócios confirmados O especialista Luiz Fernando Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica, indicou que o início da colheita da safra de...
Ler maisA Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná divulgou, por meio do Departamento de Economia Rural (Deral), seu o...
Ler maisA terça-feira (15) chegou ao final com os preços internacionais do milho apresentando quedas na Bolsa de Chicago (CBOT). As...
Ler maisEntretanto, na avaliação da FecoAgro/RS, preços deverão ter patamares menores para o produtor A colheita do milho iniciou no Rio...
Ler maisShould you be considering shifting to cloud storage space for your business, listed here are couple of things should speculate...
Ler maisA redução nos estoques de milho na China deverá aumentar a necessidade de importações do país nos próximos três anos. Segundo análise do banco holandês Rabobank, o consumo no gigante asiático deve chegar próximo de 300 milhões de toneladas do cereal na temporada 2021/22. Para fazer frente a essa demanda, os chineses terão de triplicar suas importações, conforme o banco. Nesse cenário, grandes produtores do cereal, como é o caso do Brasil, poderão se beneficiar da demanda extra vinda de Pequim. "A demanda maior que a oferta no país duraria por múltiplos anos, a menos que o governo mude suas políticas de importações", indicou o Rabobank, em estudo assinado por Lief Chiang. Segundo as últimas estimativas do USDA, de dezembro, os estoques de milho na China ao final da atual safra (2018/19) totalizarão 207.5 milhões, redução de 6,7% em relação as 222.5 milhões de toneladas da temporada anterior. Segundo o Rabobank, esse volume cairá rapidamente a níveis críticos. Mesmo com um provável aumento de área destinada ao milho no país, apontou o estudo, será necessário ampliar as importações. Até o ciclo 2021/22, a produção na China deverá crescer cerca de 10% por safra e chegar aos mesmos níveis de 2015, quando a colheita alcançou o...
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