ABRAMILHO

A Associação Brasileira dos Produtores de Milho (ABRAMILHO) surgiu em 2007 de um movimento espontâneo dos produtores do grão, pela necessidade de se organizarem diante dos desafios nacionais e internacionais vivenciados pela cultura nos últimos anos.

Agregados agora à ABRAMILHO, os produtores sabem ser necessário aumentar a produtividade se quiserem enfrentar os desafios que o novo cenário apresenta. Este é o papel da nova entidade: o de representá-los na busca de apoio político, tecnológico e mercadológico para esse empreendimento.

A ABRAMILHO, uma associação civil com sede em Brasília, mantém como afiliadas associações estaduais e do Distrito Federal bem como cooperativas, entidades nacionais e regionais com interesses comuns.

A entidade é formada pela:

  • Associação dos Produtores de Milho do Rio Grande do Sul – APROMILHO (RS);
  • Associação dos Produtores de Milho do Paraná – APROMILHO (PR);
  • Associação Para Pesquisas Agrícolas – APPA (MG);
  • Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal Ltda. – COOPA (DF);
  • Sociedade Rural Brasileira – SRB (SP);
  • Núcleo Regional dos Produtores de Milho da Região Planalto Sul e Central (SC);
  • Núcleo de Produtores do Estado do Piauí (PI).

Pretende ampliar sua atuação para outras áreas geográficas do país.

Seu estatuto prevê a instituição um Conselho Consultivo de grande abrangência, que se encontra em formação e inclui representantes da comunidade científica, das entidades sindicais representativas de setores vinculados à cadeia produtiva do milho. A ABRAMILHO também está aberta a intercâmbio cultural e científico com associações congêneres internacionais.

Atividades da ABRAMILHO:

  • A ABRAMILHO atuou expressivamente e com sucesso junto ao Judiciário e ao Conselho Nacional de Biossegurança – CNBS, para liberação de processos relativos a atividades que envolvam o uso comercial de OGM e seus derivados.
  • A entidade tem preocupação com a defesa do produtor de milho, principalmente no respeitante ao mercado interno e à garantia da exportação de excedentes, para o que gestionará por políticas públicas compatíveis com a necessidade de preços estáveis.